O ano da morte do Ruy Belo

Rita Figueiredo

Lia Cachim

Rodrigo Antas

Num fim de dia que se avizinha frio
Ruy vagueia junto ao rio
Belo Ruy, vê que feliz é a vida 
E o tempo uma quimera 
confusa e confundida 
com o dia... 8... 28...?

Existia já o Ruy Belo poeta 
mas as casas... as casas, as casas!
o que seriam as ruas sem elas?
E o que de Belo terá ficado nelas...
nas casas, nas janelas e a morte e o norte 
... é outubro... e só agora bateu a tua morte.

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