Poema

Rodrigo Antas

olho a janela espelho 
da alma 
não possuo o movimento 
das areias em cidades 
de costas 

as marítimas damas 
capazes de passear 
os véus pelas linhas 
de uma espuma amarelada 
pelo tempo 

o ardor de uma vénia ao amor 

não 
I’m high 
bleeding 

necessito de palavras 
frágeis palavras 
nunca escritas 
as palavras das 
catástrofes variáveis 

as que fazem cair
da altura de um poema

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