̶(̶A̶ ̶C̶r̶i̶a̶ç̶ã̶o̶ ̶d̶o̶ ̶P̶o̶e̶m̶a̶)̶ ̶(̶o̶u̶) Como nasce o poema

(no) do esquecimento das coisas vulgares
que realça(-se) o dito cujo (d)

(a efemeridade) (d)as (se) sentinelas da lua 
(a efemeridade) das bruxas que abrem os braços – 

(no) ao fogo 

entregam o corpo às sepulturas 
e dançam e rodopiam 
de braços esticados ao amarelo no céu 
e aos ínfimos seres celestiais 
(na procura de)

a procura pela vida atrás do espelho ou 
da palavra de outrora ou a palavra (do devir) 
que advêm 
da espera
da sede (que) (de) querer ser mais 

do sonho sobre o (sh) sonho de sonhar 
sobre os sonhos 

(como) o velejar pela efemeridade 

                                  Rodrigo Antas

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